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GLORIOSO SÃO JOSÉ OPERÁRIO Conforme pequeno histórico reunido por meio dos paroquianos antigos, acredita-se que a denominação de nossa Igreja se deve a uma bonita homenagem aos primeiros trabalhadores de Brasília, que aqui vieram para a construção da Capital. Uma justa homenagem, já que a comemoração de São José Operário é feita no dia primeiro de maio. São José é tão glorioso que é o único santo celebrado em duas datas no dia 19 de março, como esposo de Maria e em primeiro de maio, Padroeiro dos Trabalhadores. Esta última foi instituída, diante de uma multidão de 200 mil operários, reunidos no dia 1º de Maio de 1955, na Praça de São Pedro, quando o Papa Pio XII decidiu cristianizar o Dia do Trabalho, dando-lhe como santo protetor São José Operário. A Paróquia costuma homenagear o Santo nas duas datas, com tríduos ou novenas preparatórias, com visitação dos fiéis e Missas solenes nos dois dias comemorativos. No dia primeiro de maio, já é tradicional a realização da Festa do Padroeiro, que se estende por três dias de muita alegria e descontração, com uma quermesse de barraquinhas diversas de comidas típicas, brincadeiras para as crianças, bingos e muita música. No Plano de Deus, São José teve uma participação especial: foi escolhido por Deus para ser o Pai adotivo de nosso Salvador e a Igreja o venera com títulos importantes, e sua atuação como intercessor dos fiéis tem atraído cada vez mais o número de fiéis: Guardião de Jesus e da Igreja; Padroeiro da Igreja Católica; Protetor das Famílias; Justo; "Santíssimo"; Esposo da Mãe de Deus; Chefe da Sagrada Família; Exemplo de Fidelidade; Espelho de Paciência; Modelo dos Operários; Esperança dos Enfermos; Padroeiro dos Moribundos e muitos outros mais. Abaixo está a oração que toda comunidade da Paróquia São José Operário costuma rezar durante as Missas e temos vários depoimentos de grandes graças alcançadas para quem a profere: Oração a São José Operário "Senhor, concedei-nos a exemplo de São José, a quem confiastes os primeiros mistérios da Salvação, a graça de seguir colaborando fielmente, na obra de salvação confiada a vossa Igreja. Dai-nos um coração puro, generoso e humilde, e a exemplo de São José, para sermos bons seguidores de Cristo, bastam as virtudes comuns, humanas, simples, porém, autênticas e verdadeiras. Amém."
Dia do Trabalho O Dia do Trabalho é uma data universal.
Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.
Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.
Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.
Escrito por janaina.pacheco às 07:48
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RESSURREIÇÃO CADA DIA! Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 25-04-2011, Gaudium Press) Neste domingo, pela sexta vez em seu pontificado, o Papa Bento XVI presidiu diante da Basílica de São Pedro a Santa Missa da Páscoa do Senhor. Dezenas de milhares de fiéis de todas as partes do mundo compareceram e formaram um extenso e compacto mar humano por toda a Praça de São Pedro para acompanhar, emocionados, a cerimônia máxima da Igreja, presidida pelo seu líder máximo. Durante a tradicional benção "Urbi et Orbi" (À cidade e ao mundo), o Santo Padre tocou temas candentes da atualidade do mundo, como a situação de instabilidade política vivida por países do norte de África e do Oriente Médio, o conflito civil na Líbia e na Costa do Marfim e o terremoto/tsunami, seguido de crise nuclear, do Japão. Bento XVI iniciou sua mensagem de Páscoa saudando a enorme multidão de peregrinos e falando sobre a grandiosidade do que era ali celebrado: "A manhã de Páscoa trouxe-nos este anúncio antigo e sempre novo: Cristo ressuscitou! O eco deste acontecimento, que partiu de Jerusalém há vinte séculos, continua a ressoar na Igreja, que traz viva no coração a fé vibrante de Maria, a Mãe de Jesus, a fé de Madalena e das primeiras mulheres que viram o sepulcro vazio, a fé de Pedro e dos outros Apóstolos". Em seguida, o Papa discorreu sobre os efeitos e elementos da ressurreição de Jesus, explicitando que o acontecimento não se tratou de algo puramente abstrato. "A ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística: é um acontecimento, que ultrapassa certamente a história, mas verifica-se num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével. A luz, que encandeou os guardas de sentinela ao sepulcro de Jesus, atravessou o tempo e o espaço. É uma luz diferente, divina, que fendeu as trevas da morte e trouxe ao mundo o esplendor de Deus, o esplendor da Verdade e do Bem". Para o Santo Padre, a alegria que se exprime nos céus pelo momento pascal não vem sendo vivida da mesma forma na terra. "Aqui, neste nosso mundo, o "aleluia" pascal contrasta ainda com os lamentos e gritos que provêm de tantas situações dolorosas: miséria, fome, doenças, guerras, violências. E todavia foi por isto mesmo que Cristo morreu e ressuscitou! Ele morreu também por causa dos nossos pecados de hoje, e também para a redenção da nossa história de hoje Ele ressuscitou. Por isso, esta minha mensagem quer chegar a todos e, como anúncio profético, sobretudo aos povos e às comunidades que estão a sofrer uma hora de paixão, para que Cristo Ressuscitado lhes abra o caminho da liberdade, da justiça e da paz". Assim, o Papa pede que a luz de Cristo chegue aos povos do Oriente Médio, "para que a luz da paz e da dignidade humana vença as trevas da divisão, do ódio e das violências", e para que, na Líbia, o conflito dê lugar à diplomacia e ao diálogo, sendo também favorecido o acesso de ajuda humanitária a "quantos sofrem as consequências da luta". Nos países da África do Norte e do Médio Oriente em geral, continua o pontífice, "que todos os cidadãos - e de modo particular os jovens - se esforcem por promover o bem comum e construir uma sociedade onde a pobreza seja vencida e cada decisão política seja inspirada pelo respeito da pessoa humana". O Papa também recordou a situação humanitária de milhares de refugiados desses países, pedindo que as nações da Europa não fechem as portas para eles. "(Que aos refugiados) que provêm de diversos países africanos e se veem forçados a deixar os afetos dos seus entes mais queridos, chegue a solidariedade de todos; os homens de boa vontade sintam-se inspirados a abrir o coração ao acolhimento, para se torne possível, de maneira solidária e concorde, acudir às necessidades prementes de tantos irmãos; a quantos se prodigalizam com generosos esforços e dão exemplares testemunhos nesta linha chegue o nosso conforto e apreço". Falando sobre a Costa do Marfim, que viveu recentemente uma grave crise política, com efeitos de guera civil, após seu então presidente não ter aceitado a derrota no pleito do ano passado para o candidato da oposição, permanecendo no poder até a semana passada à revelia do reconhecimento dos demais países da comunidade internacional, o Papa exortou a necessidade da reconciliação e doperdão, "para curar as feridas profundas causadas pelas recentes violências". Bento XVI também disse rezar para que o Japão possa encontrar consolação e esperança, "enquanto enfrenta as dramáticas consequências do recente terremoto", e para os demais países que, nos meses passados, "foram provados por calamidades naturais que semearam sofrimento e angústia". "Alegrem-se os céus e a terra pelo testemunho de quantos sofrem contrariedades ou mesmo perseguições pela sua fé no Senhor Jesus. O anúncio da sua ressurreição vitoriosa neles infunda coragem e confiança", disse o pontífice. Ao final de sua mensagem, o Papa afirmou: "Queridos irmãos e irmãs! Cristo ressuscitado caminha à nossa frente para os novos céus e a nova terra (cf. Ap 21, 1), onde finalmente viveremos todos como uma única família, filhos do mesmo Pai. Ele está connosco até ao fim dos tempos. Sigamos as suas pegadas, neste mundo ferido, cantando o "aleluia". No nosso coração, há alegria e sofrimento; na nossa face, sorrisos e lágrimas. A nossa realidade terrena é assim. Mas Cristo ressuscitou, está vivo e caminha connosco. Por isso, cantamos e caminhamos, fiéis ao nosso compromisso neste mundo, com o olhar voltado para o Céu. Boa Páscoa a todos!" Votos de Páscoa Após a Mensagem, o Papa fez os tradicionais votos de "Feliz Páscoa" aos peregrinos em diversos idiomas. Deste vez, os fiéis reunidos na Praça de São Pedro e em todo o mundo, que acompanharam a cerimônia pelo rádio e pela televisão, ouviram o Papa desejar "Feliz Páscoa" em 65 línguas. Em português, Bento XVI disse: "Uma Páscoa feliz com Cristo Ressuscitado
Escrito por janaina.pacheco às 17:01
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DIA 22-SEXTA-FEIRA PAIXÃO DO SENHOR PAROQUIA NOSSA SENHORA DE FATIMA BAIRRO DA CRUZ/LORENA JESUS ABRAÇOU A CRUZ POR FIEDELIDADE Á MISSÃO QUE O PAI LHE CONFIOU. HOJE NOS UNIMOS A JESUS, SERVO E SOFREDO, E ACOMPANHAMOS SEUS PASSOS RUMO A MORTE. O DESPOJAMENTO E O SILÊNCIO DÃO O TOM DA CELEBRAÇÃO QUE CONSTA DE TRÊS PARTES 1- LITURGIA DA PALAVRA/2 ADORAÇÃO DE CRISTO NA CRUZ /3 RITO DA COMUNHÃO. ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR REALIZADA PELOS JOVENS. 

Escrito por janaina.pacheco às 08:23
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CELEBRAÇÃO DO LAVA PÉS. DA PAROQUIA NOSSA SENHORA DE FATIMA. BAIRRO DA CRUZ LORENA.
QUINTA FEIRA . CEIA DO SENHOR PARA CELEBRAR A CEIA PASCAL, QUE TEM COMO BASE A CEIA JUDAICA. AULTIMA CEIA DE JESUS COM OS DÍSCIPULOS FOI UM SEDER, UMA REFIÇÃO SOLENE. ENQUANTO A PESSAH JUDAICA COMEMORA A LIBERTAÇÃO DO POVO DA ESCRAVIDÃO NO EGITO, A PÁSCOA CRISTÃ CELEBRA A LIBERTAÇÃO DE CRISTO DA MORTE, SUA RESSURREIÇÃO. JESUS INSTTUI A EUCARISTIA PARA QUE DELA NOS ALIMENTAMOS. A PÁSCOA JUDAICA, DURANTE A QUAL SE COME O CORDEIRO,O PÃO ÁZIMO SEM FERMENTO, POIS NÃO HOUVE TEMPO PARA FERMENTÁ-LO E AS ERVAS AMARGAS, SIMBOLIZANDO A AMRGURA DA ESCRAVIDÃO E O SOFRIMENTO NO EGITO, A ULTIMA CEIA DE JESUS, SEGUNDO O RELATO DE ASÃO PAULO, O LAVA-PÉS, SIMBOLO DE DOAÇÃO E SERVIÇO. 
Escrito por janaina.pacheco às 07:48
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DIMENÇÃO LITURGICA DA PAROQUIA NOSSA SENHORA DE FATIMA BAIRRO DA CRUZ / LORENA Dom Clemente Isnard celebra 90 anosUma missa celebrada, no sábado, 8, no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, marcou a comemoração dos 90 anos do bispo emérito de Nova Friburgo (RJ), Dom Clemente José Carlos Isnard. O atual assessor da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, padre Carlos Gustavo Haas, e os ex-assessores, frei Alberto Beckäuser, padre Gregório Lutz e padre Marcelino Sivinski, prestaram sua homenagem de gratidão e reconhecimento a Dom Clemente pelo trabalho 20 anos na Comissão de Liturgia da CNBB. Na ocasião, foi lida uma carta do presidente da Comissão, dom Joviano de Lima Júnior, saudando o aniversariante.
Nascido no Rio de Janeiro em julho de 1917, Dom Clemente entrou para o Mosteiro de São Bento em 1936. "Depois de algumas noites escuras, cheguei em 1940 à profissão solene. Foi o dia mais feliz da minha vida”, confessa. Em 1942, foi ordenado presbítero e, em 1960, nomeado bispo da diocese de Nova Friburgo. Foi vice-presidente da CNBB de 1979 a 1983, quando Dom Ivo Lorscheiter era presidente e Dom Luciano Mendes, secretário.
"Os 33 anos que passei como primeiro bispo de Nova Friburgo foram um esplendor”, recordou Dom Clemente. “Não que não houvesse passado momentos de angústias e sofrimentos, mas anos em que descobri o povo de Deus especialmente nas chamadas capelas rurais, nas povoações do interior, na simplicidade da gente da roça. Na pobreza do chamado palácio episcopal, recebendo durante o período revolucionário pessoas perseguidas pela polícia, hospedando no palácio pobres da rua, recebendo em audiência todo mundo, ricos e pobres. Mas estes especialmente".
Dom Clemente sempre se destacou na Dimensão Litúrgica, tendo, inclusive, participado do Concílio Vaticano II. "Pude contribuir, em Roma, para a reforma da Liturgia durante o Concílio e depois no Conselho para a execução da Sacrosanctum Concilium", conta, emocionado. "Como bispo encarregado da Liturgia durante quase 20 anos me alegrei com a reforma litúrgica aplicada ao Brasil onde pudemos elaborar a V Prece Eucarística e as aclamações do povo para todas as preces eucarísticas. Nem tudo no Concílio satisfez meus anseios, mas foi uma ótima reforma", lembra.
Ao final de sua homilia, Dom Clemente demonstrou toda sua disposição para o trabalho. "O tempo que me resta de vida, que não pode ser muito longo, eu desejo empregar na defesa das conquistas do Movimento Litúrgico, na defesa do Concílio Vaticano II, na defesa da opção preferencial pelos pobres e da Igreja como Povo de Deus".  
Escrito por janaina.pacheco às 13:09
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NADA SEM VÓZ! 
NADA SEM NÓS Nosso Papa Bento VXI nos ensina: “O homem pode escolher um caminho confortável, pode também orientar-se para baixo, Jesus caminha diante de nós, e vai para o alto, Ele nos conduz para o que é grande.. Ele conduz para a disponibilidade em relação aos sofredores, aos abandonados; para a fidelidade quando a situação se torna difícil. Conduz para a disponibilidade a dar ajuda; para a bondade que não se deixa desarmar nem sequer pela ingratidão. Ele conduz-nos para o amor – conduz-nos para Deus.”(Praça de São Pedro– 28/03/2010) 
ALIANÇA DA AMOR ABRIL 2011 DA PAROQUIA NOSSA SENHORA DE FATIMA BAIRRO DA CRUZ LORENA 
 

Escrito por janaina.pacheco às 11:50
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MISSA BEM CELEBRADA É A MELHOR CATEQUESE EUCARISTICA O PAPA DIZ EM SEU DISCURSO AO CONGRESSO DA DIOCESE DE ROMA. A Santa Missa, celebrada com respeito pelas normas litúrgicas e com um uso adequado da riqueza dos sinais e gestos, favorece e promove o crescimento da fé eucarística”, garantiu o Papa. “Na celebração eucarística, não inventamos algo, e sim entramos em uma realidade que nos precede; mais ainda, ela abarca o céu e a terra e, portanto, também o passado, o futuro e o presente.” “Esta abertura universal, este encontro com todos os filhos e filhas de Deus, é a grandeza da Eucaristia: saímos ao encontro da realidade de Deus presente no corpo e no sangue do Ressuscitado entre nós.” Portanto, “as prescrições litúrgicas ditadas pela Igreja não são algo exterior, mas expressam concretamente esta realidade da revelação do corpo e sangue de Cristo e, desta forma, a oração revela a fé”. Segundo o Bispo de Roma, “é necessário que, na liturgia, apareça de forma clara a dimensão transcendente, a dimensão do mistério do encontro com o Divino, que ilumina e eleva também a dimensão ‘horizontal’, isto é, o laço de comunhão e de solidariedade que se dá entre os que pertencem à Igreja”. De fato, “quando prevalece esta última, não se compreende plenamente a beleza, a profundidade e a importância do mistério celebrado”. O Papa deu este conselho aos fiéis de Roma, em particular aos seus sacerdotes: “Celebrai os divinos mistérios com uma participação interior intensa, para que os homens e mulheres da nossa cidade possam santificar-se, entrar em contato com Deus, verdade absoluta e amor eterno”. E exortou os católicos de Roma a “prestar mais atenção, entre outras coisas com grupos litúrgicos, à preparação e celebração da Eucaristia, para que os que participam possam encontrar o Senhor. Cristo Ressuscitado se faz presente em nosso hoje e nos reúne ao seu redor”. REUNIÃO DOS MEMBROS DA DIMENÇÃO LITURGICA DA PAROQUIA NOSSA SENHORA DE FATIMA, DO BAIRRO DA CRUZ LORENA. VANIA,COORDENADORES,INÊS E JOSÉ ROBERTO,MARIA MOTTA. GUIOMAR, PIEDADE,CASAL BENEDITO E ROSA.
RODRIGO,CONÇEIÇÃO,ELISABETH CONCEIÇÃO, ELISABETH,JANAINA,VANIA INÊS
Escrito por janaina.pacheco às 22:04
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A MULTIPLICADORA DA PASTORAL DA PESSOA IDOSA ZIZA,ACOMPANHADA PELO CASAL EM SUA VISITA A PAROQUIA

ABERTURA DA SANTA MISSA COM AS LÍDERES DA PASTORAL DA PESSOA IDOSA. 
A PASTORAL DA PESSOA IDOSA MULTIPLICA O SABER E A SOLIDARIEDADE E FAZ QUE TODOS PASSEM A RESPEITAR AS PESSOAS IDOSAS, PARA QUE ELAS SE SINTAM MAIS SAUDÁVEIS E INTEGRADAS EM SUA FAMÍLIAS E COMUNIDADES. O LÍDER DA PASTORAL DA PESSOA IDOSA É COMO O BOM PASTOR QUE DÁ VIDA POR SUAS OVELHAS, CUIDANDO PARA QUE AS PESSOAS IDOSAS POSSAM VIVER COM MELHOR SAÚDE E BEM- ESTAR EM SUAS FAMÍLIAS E COMUNIDADES. DRA ZILDA ARNS NEUMANN, DEIXOU PARA NOS UMA REALIDADE PARA CONSTRUIR JUNTOS, LEVANTEMOS A BANDEIRA DA PASTORAL DA PESSOA IDOSA JUNTOS, E CELEBREMOS SEMPRE.
Escrito por janaina.pacheco às 15:42
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